terça-feira, 11 de agosto de 2009

G.I.Joe Análise.

Oi galerinha da GaamE Brasil, hoje vim aqui trazer a Análise do G.I. Joe: The Rise of Cobra.
Muito falam que o jogo vai ser ruim, mas outros falam, que o jogo vai ser bom.
Realmente, eu não sei.
Eu particularme gostei muito do GamePlay que eu vê.

se decidir colocar o disco de G. I. Joe: The Rise of Cobra, você vai se sacrificar. Pior: pode acabar com todas as suas boas lembranças dos bonecos mais maneiros dos anos 8O e que acabaram de virar filme.O jogo se passa antes dos eventos do longa, o que evita que surpresas sejam estragadas. A história mostra que os Cobras inventam um sistema de teletransporte e de segurança chamado MASS. Esta rede de computadores tem o poder de transportar qualquer coisa de um ponto para outro. Os primeiros alvos são vários Comandos. Os que sobram têm o dever de salvar os aliados e acabam descobrindo que o MASS tem muito mais potencial. Esta é uma releitura de uma saga dos desenhos animados e é o único ponto positivo do jogo.G.I. Joe tenta dar uma revivida nos shooters de antigamente, como Super Contra, colocando dois heróis para atirar em tudo o que estiver pelo caminho. Neste game você terá um cardápio enorme com muitos Joes, inclusive aqueles do cinema, como a Scarlet, o Breach Head e Snake Eyes, todos eles dublados pelos atores do longa, o que dá um consistência para quem assistiu ao filme, mas também não é nada assim incrível. Cada um dos 16 personagens possui uma arma e um poder exclusivo e que dava para ser legal de ser explorado, mas não é bem assim que a vida funciona.Yo Nooooo!As missões são feitas sempre por dois heróis que podem ser alternados a qualquer instante no modo single player. No multiplayer, cada jogador escolhe seu herói e segue com ele até o final da fase. O sistema é simples, com o gatilho direito faz os disparos e os botões frontais cuidam de coisas como esquivar, fazer os ataques especiais e corpo a corpo. Mas não precisa tirar o dedo do botão de tiro, na verdade você poderia até passar um durex para segurá-lo e assim dar um descanso para seu dedo. A mira do jogo é automática e o seu personagem vai disparar no inimigo mais próximo, tirando esta preocupação da sua mente.A fórmula não muda: ande, esconda-se, atire, esquive, use ataque especial e fique irritado. A irritação vem em diversos fronts. O primeiro é pelo fato de ser impossível de controlar a câmera do jogo. Enquanto ela vai acompanhando as costas dos personagens tudo está bem, mas nos momentos em que o jogador pensa em ir para atrás de uma árvore o mundo acaba. Os programadores não conseguiram pensar em uma forma de fazer o ângulo seguir o jogador, quer dizer, pensaram mas deixaram de lado, pois é exatamente onde a câmera não vai é que se encontram os itens secretos. As vezes a câmera também deixa de mostrar quem é que está atirando no seu personagem, onde está seu companheiro e o medidor de vida que fica em cima da cabeça do personagem, que pode morrer de uma hora para outra, simplesmente porque você sabia qual era o estado de saúde dele.A impressão que nos é passada é que os programadores da Double Helix estavam com raiva de quem fosse jogar este título e resolveram descontar em quem o comprasse. Outro exemplo disso está nos checkpoints que servem pra nada, a não ser para carregar o próximo trecho da aventura. Acontece que quando os dois personagens morrem você tem a opção de abandonar ou repetir a missão. Não tem a opção de voltar do ponto intermediário. Morreu, já era. É a mesma coisa que quebrar o elástico que junta a cintura e o torso do brinquedo. O pior é que as missões são longas demais, e ter que recomeçá-las do zero é sinal de sadismo.Quer mais uma demonstração que os caras estavam em uma vibe ruim? Tente pilotar qualquer um dos veículos. Para cima você acelera, para baixo dá a ré e para os lados vira. Na teoria isso é fácil, mas tente fazer isso e logo você vai se sentir como um bêbado tentando andar em linha reta. Só que quem estava chapado era o diretor de arte por ter aprovado este jogo do jeito que os gráficos estão no disco final. A impressão é que estamos em um revival dos jogos de PSone ou em jogado a versão de rascunho. Todas as texturas são em baixa resolução e ficam estouradas quando a câmera se aproxima para dar um ar dramático – como se isso fosse possível. Neste momento vemos que os polígonos são mal feitos e cheios de cantos quadrados, algo que em 1998 seriam considerados fantásticos. Faltou só um pouquinho para que este jogo não fosse classificado em outra franquia e se tornasse LEGO G. I. Joe. Isso já era previsível, pois após ver o primeiro videozinho pré-renderizado que parece ter sido feito para o YouTube e tudo só vai ficando cada vez mais intragável e insuportável. Fica uma dúvida: será que Front Mission Online será tão ruim assim? É que a Double Helix é quem está desenvolvendo o título da Square Enix e o resultado da equipe em G.I. Joe não é nada animador..Colocar isso no seu videogame só com um único propósito: ganhar troféus ou Conquistas. E olhe lá. O game dá uns bons pontos que podem engordar seu Gamerscore. Pena que para conseguir os 1000 pontos você vai ter que passar pelos estágios longos e sem checkpoints (pelo menos duas vezes). Vai sofrer com a câmera péssima, com os controles mal resolvidos e gráficos toscos. Sabe de uma coisa? Melhor não. Mil pontos não valem todo este sacrifício.

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